{"id":119,"date":"2008-10-19T23:40:47","date_gmt":"2008-10-20T02:40:47","guid":{"rendered":"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/blog\/?p=119"},"modified":"2008-10-19T23:46:10","modified_gmt":"2008-10-20T02:46:10","slug":"machu-picchu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mfdutra.com\/blog\/2008\/10\/19\/machu-picchu\/","title":{"rendered":"Machu Picchu"},"content":{"rendered":"<p><em>A correria andou grande nas \u00faltimas semanas e n\u00e3o tenho tido tempo para escrever. Mas vamos l\u00e1. Quanto mais o tempo passa, mais a gente esquece, e os relatos acabam n\u00e3o ficando t\u00e3o fi\u00e9is.<\/em><\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia do <a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/blog\/2008\/09\/14\/cusco-dia-2\/\" target=\"_blank\">post anterior<\/a>, o motorista de t\u00e1xi chegou no hotel para nos pegar \u00e0s 5h20 da madrugada. Dif\u00edcil acordar a essa hora com tanto frio. A temperatura nessa hora do dia est\u00e1 normalmente ao redor de zero graus. Nosso trem partindo de <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ollantaytambo\" target=\"_blank\">Ollantaytambo<\/a> era \u00e0s 8h00, ent\u00e3o t\u00ednhamos 3 horas para percorrer o trajeto entre Cusco e Ollantaytambo. Bastante razo\u00e1vel.<\/p>\n<p>Esse mesmo caminho pode ser feito tamb\u00e9m por via f\u00e9rrea, mas n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel. Como falei antes, Cusco se encontra numa altitude m\u00e9dia de 3400 metros. J\u00e1 Ollantaytambo est\u00e1 situado a 2800 metros, pois est\u00e1 no Vale Sagrado dos Incas. A descida \u00e9 extremamente \u00edngreme, pois a m\u00e9dia de altitude ao redor do vale \u00e9 de 3800-4500 metros, e o vale \u00e9 incrivelmente estreito. Literalmente uma fenda no meio da cadeia das imensas montanhas andinas. Em fun\u00e7\u00e3o disso, a viagem de trem \u00e9 muito demorada, pois o trem precisa andar muito devagar e fazendo curvas com muito mais raio que um carro. Al\u00e9m disso, \u00e9 quase imposs\u00edvel conseguir passagem de trem nesse trecho na alta temporada, pois s\u00e3o poucas as frequ\u00eancias di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Partimos do hotel algo como 5h35 em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Urubamba,_Peru\" target=\"_blank\">Urubamba<\/a> (<a href=\"http:\/\/maps.google.com\/maps?f=q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=13%C2%B018%2739.90%22S+72%C2%B0+6%2754.77%22W&amp;ie=UTF8&amp;ll=-13.310743,-72.115223&amp;spn=0.010482,0.01384&amp;t=h&amp;z=16&amp;iwloc=addr\" target=\"_blank\">-13\u00b0 18&#8242; 39.90&#8243;, -72\u00b0 6&#8242; 54.77&#8243;<\/a>), que \u00e9 a cidadela que d\u00e1 nome ao famoso Rio Urubamba, que percorre todo o vale. A estrada que vem de Cusco desce o vale chegando em Urubamba, que fica \u00e0 noroeste de Cusco, 27km em linha reta, embora a dist\u00e2ncia percorrida seja o dobro disso ou mais, por causa da estrada sinuosa. De Urubamba para Ollantaytambo o caminho \u00e9 plano, todo a 2800 metros, em um trecho de 20km mais ou menos.<\/p>\n<figure style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/cusco-ollanta\/img_7605.jpg.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Salkantay\" src=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/d\/44053-2\/img_7605.jpg\" alt=\"Salkantay\" width=\"150\" height=\"100\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Salkantay<\/figcaption><\/figure>\n<p>Durante a viagem, ainda antes da descida para o vale, podemos ver a magnific\u00eancia dos picos andinos, especialmente o <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Salcantay\" target=\"_blank\">Monte Salkantay<\/a> (foto ao lado), com sua incr\u00edvel altitude de 6271 metros, ainda que ele seja apenas o d\u00e9cimo quinto pico mais alto no Peru. Veja <a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/cusco-ollanta\/\" target=\"_blank\">outras fotos desse caminho<\/a>.<\/p>\n<p>Chegamos em Ollantaytambo (<a href=\"http:\/\/maps.google.com\/maps?f=q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=13%C2%B015%2747.30%22S+72%C2%B016%2710.49%22W&amp;ie=UTF8&amp;ll=-13.262795,-72.26959&amp;spn=0.010484,0.01384&amp;t=h&amp;z=16&amp;iwloc=addr\" target=\"_blank\">-13\u00b0 15&#8242; 47.30&#8243;, -72\u00b0 16&#8242; 10.49&#8243;<\/a>) \u00e0s 7h00. Ollantaytambo \u00e9 o \u00faltimo ponto da estrada no vale, pois da\u00ed em diante, at\u00e9 Machu Picchu, a colina \u00e9 muito estreita e n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para se construir uma estrada. H\u00e1 apenas a linha f\u00e9rrea que vai sempre margeando o Rio Urubamba. O mesmo taxista, e tamb\u00e9m guia tur\u00edstico, Jonathan, iria nos buscar no pr\u00f3ximo dia para fazermos o Vale Sagrado dos Incas. Combinamos com ele certinho o hor\u00e1rio e ele se foi de volta a Cusco.<\/p>\n<p>Como t\u00ednhamos ainda algum tempo e est\u00e1vamos com fome, pois sa\u00edmos do hotel antes do caf\u00e9 da manh\u00e3, tomamos um <em>desalluno<\/em> num barzinho pr\u00f3ximo \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de trens. Logo de cara j\u00e1 deu pra perceber que o povo de Ollantaytambo \u00e9 muito amig\u00e1vel e extremamente receptivo. \u00c9 de se esperar de fato, pois para qualquer lado que se olhe, \u00e9 uma quantidade incr\u00edvel de turistas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/cusco-ollanta\/img_7624.jpg.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" title=\"Esta\u00e7\u00e3o de trens Ollantaytambo\" src=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/d\/44090-2\/img_7624.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"100\" \/><\/a>Nosso trem partiu \u00e0s 7h50 (10 minutos adiantado) em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Machu_Picchu_pueblo\" target=\"_blank\">Machu Picchu Pueblo<\/a> (<a href=\"http:\/\/maps.google.com\/maps?f=q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=13%C2%B0+9%2718.53%22S+72%C2%B031%2727.05%22W&amp;ie=UTF8&amp;ll=-13.154815,-72.524185&amp;spn=0.010489,0.01384&amp;t=h&amp;z=16&amp;iwloc=addr\" target=\"_blank\">13\u00b0 9&#8217;18.53&#8243;S 72\u00b031&#8217;27.05&#8243;W<\/a>), antes mais conhecida como Aguas Calientes. \u00c9 f\u00e1cil perceber o porqu\u00ea de n\u00e3o haver uma estrada ali. A coisa realmente \u00e9 muito fechada. Em v\u00e1rios trechos eu perdia a sincronia do GPS, pois o aparelho n\u00e3o conseguia receber o sinal de tr\u00eas sat\u00e9lites pelo menos, uma vez que era dif\u00edcil ver uma boa por\u00e7\u00e3o do c\u00e9u. A viagem de uns 45km tarda em torno de 1h30min.<\/p>\n<p>Desembarcamos em Machu Picchu Pueblo \u00e0s 9h15 e sa\u00edmos caminhando para achar nosso guia, que supostamente estaria nos esperando na esta\u00e7\u00e3o de trens. Esperamos algum tempo e nada, ent\u00e3o resolvi ligar pro camarada. Celular desligado, puta que pariu. Bom, resolvemos achar o hotel e depois tentar contato com o guia por telefone novamente.<\/p>\n<p>Machu Picchu Pueblo \u00e9 um pequeno povoado situado a 2100 metros de altitude. A cidadela fica no p\u00e9 de Machu Picchu. Como n\u00e3o h\u00e1 infra-estrutura em Machu Picchu, todo mundo se hospeda, se alimenta, etc, em Machu Picchu Pueblo. Para onde se olha, \u00e9 s\u00f3 restaurantes, hot\u00e9is, pousadas, etc, tudo em fun\u00e7\u00e3o dos milhares de turistas que chegam na cidade todos os dias. Para se ter uma ideia, a m\u00e9dia \u00e9 de 3 a 4 mil visitante todos os dias, de todos os cantos do planeta.<\/p>\n<p>Como s\u00e3o tantos hot\u00e9is e tudo com nomes semelhantes (geralmente algum nome Inca), entramos no hotel que julgamos ser o nosso e perdemos um temp\u00e3o ali pois n\u00e3o achavam a nossa reserva. Claro, est\u00e1vamos no hotel errado! Quando a Tatiana achou o voucher, a atendente nos deu a m\u00e1 not\u00edcia. Enfim, caminhamos mais alguns poucos metros e chegamos no hotel que de fato era o nosso. Como chegamos cedo demais, n\u00e3o havia quarto vago. A di\u00e1ria oficialmente come\u00e7aria apenas ao meio-dia. A recepcionista pediu logo para o pessoal da limpeza agilizar a entrega de um quarto para que pud\u00e9ssemos pelo menos largar as nossas tralhas e subir pra Machu Picchu. Em 20 minutos, est\u00e1vamos no quarto, finalmente.<\/p>\n<p>Respirar a 2100 metros nunca foi t\u00e3o maravilhoso, comparado com os 3400 metros que est\u00e1vamos em Cusco. Dava muito gosto de encher o pulm\u00e3o de ar e sentir um pouco mais de oxig\u00eanio entrando em cada tragada.<\/p>\n<figure style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/machupicchu\/img_7680.jpg.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Guia de Machu Picchu\" src=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/d\/43140-2\/img_7680.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"100\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Nosso guia, Johnny<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ap\u00f3s descansar um pouco, tentamos contato com o guia novamente. Ele nos atendeu e disse que esteve nos esperando na esta\u00e7\u00e3o quando o trem chegou. N\u00e3o quis entrar no m\u00e9rito e perguntei onde pod\u00edamos ach\u00e1-lo. Combinamos de nos encontrar na esta\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus que sobem para Machu Picchu dentro de 15-20 minutos. Assim o fizemos. 10h20 chegamos na esta\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus e encontramos o guia, Johnny, figura muito gente fina, que nos guiou por toda a visita \u00e0 cidade sagrada.<\/p>\n<figure style=\"width: 150px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/machupicchu\/img_7675.jpg.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Vale Sagrado dos Incas\" src=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/d\/44093-2\/img_7675.jpg\" alt=\"Vale Sagrado dos Incas\" width=\"150\" height=\"100\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Vale Sagrado dos Incas<\/figcaption><\/figure>\n<p>Machu Picchu est\u00e1 situado a 2450 metros de altitude, quase 400 metros acima de Machu Picchu Pueblo. Esse trajeto s\u00f3 pode ser feito por um \u00f4nibus especial que parte a cada poucos minutos. A subida \u00e9 um zigue-zague total, e quanto mais sub\u00edamos, mais magn\u00edfica ficava a vista do vale sagrado (veja foto ao lado). A \u00fanica alternativa ao \u00f4nibus, que custa US$ 14,00 ida-e-volta (assalto!), \u00e9 subir a p\u00e9, o que leva em torno de 1h30min e um esfor\u00e7o f\u00edsico enorme, pois \u00e9 uma subida muito \u00edngreme.<\/p>\n<p>Poucos antes das 11h00 est\u00e1vamos no portal de entrada. Ali deixamos os pertences que n\u00e3o \u00edamos utilizar, como casacos, etc. Por via das d\u00favidas, eu subi com um casaco, pois as mudan\u00e7as de temperatura em altitude s\u00e3o muito bruscas. Como estava um sol animal, deixamos as roupas quentes no maleiro. Na sequ\u00eancia, organizamos o nosso grupo com o mesmo guia, que era em torno de 12 pessoas, todos latinos. S\u00f3 n\u00f3s dois \u00e9ramos brasileiros. Havia colombianos, peruanos e costa-riquenhos tamb\u00e9m no grupo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/machupicchu\/img_7695.jpg.html\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" title=\"Machu Picchu\" src=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/d\/43179-2\/img_7695.jpg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"150\" \/><\/a>Passamos o portal de entrada e seguimos pelo trajeto recomendado, que come\u00e7a por uma vista geral de Machu Picchu a partir de um ponto alto da cidade. Esse foi o momento que mais senti falta da minha lente grande angular 28mm, que esqueci em casa em fun\u00e7\u00e3o da correria. A lente que eu estava usando na foto ao lado era 45mm, o suficiente para n\u00e3o caber a cidade toda no mesmo quadro. Triste! \ud83d\ude41<\/p>\n<p>Ficamos um tempo parado a\u00ed admirando a paisagem. Muitas pessoas me disseram, assim como li muito na Internet, que ao se chegar em Machu Picchu, especialmente nesse ponto onde fiz a foto ao lado, se sente uma energia inexplic\u00e1vel. Talvez seja isso que leve tanta gente a Machu Picchu. O fato \u00e9 que eu n\u00e3o senti nada disso, o que n\u00e3o me estranhou, claro, pois sou bastante c\u00e9tico. Mesmo n\u00e3o sentindo a tal energia dos deuses, fiquei maravilhado com o que estava vendo. A constru\u00e7\u00e3o da cidade \u00e9 majestosa. Logo surge a primeira pergunta: como aqueles doidos constru\u00edram isso aqui em cima, carregando essas pedras gigantes? Certamente deviam ter algum prop\u00f3sito muito forte e divino, porque deve ter dado um trabalho e tanto.<\/p>\n<p>Para mim, nada que o homem possa ter constru\u00eddo chega aos p\u00e9s do que a m\u00e3e natureza construiu. Na verdade, eu estava muito mais encantado com a beleza natural daquele monte de montanhas desenhando um cen\u00e1rio estonteante, do que com a cidade em si. Eu sempre fui louco por montanhas e nunca tinha estado t\u00e3o perto de algo t\u00e3o impressionante. A altura dos picos \u00e9 impressionante. S\u00f3 por isso, a viagem toda j\u00e1 vale a pena. Isso sim \u00e9 coisa de Deus!<\/p>\n<p>As oportunidades fotogr\u00e1ficas em Machu Picchu s\u00e3o incont\u00e1veis. Decidi n\u00e3o metralhar muito para n\u00e3o sofrer demais depois tratando tudo. Fui fotografando numa linha mais seleta e apagando algumas coisas na pr\u00f3pria c\u00e2mera, j\u00e1 fazendo uma pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o. O resultado final est\u00e1 na <a href=\"http:\/\/hackers.propus.com.br\/~marlon\/gallery2\/v\/peru\/machupicchu\/\" target=\"_blank\">galeria de fotos de Machu Picchu<\/a> e me pareceu bem bacana at\u00e9.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo post, vou falar um pouco mais na cidade e do passeio por ela, e emendo na sequ\u00eancia o Vale Sagrado dos Incas. J\u00e1 adiantando, esse \u00faltimo foi uma grande e agrad\u00e1vel surpresa.<\/p>\n<p>Abra\u00e7os.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A correria andou grande nas \u00faltimas semanas e n\u00e3o tenho tido tempo para escrever. Mas vamos l\u00e1. Quanto mais o tempo passa, mais a gente esquece, e os relatos acabam n\u00e3o ficando t\u00e3o fi\u00e9is. Na sequ\u00eancia do post anterior, o motorista de t\u00e1xi chegou no hotel para nos pegar \u00e0s 5h20 da madrugada. 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