{"id":381,"date":"2014-08-17T21:36:45","date_gmt":"2014-08-18T00:36:45","guid":{"rendered":"http:\/\/mfdutra.com\/blog\/?p=381"},"modified":"2014-11-25T01:27:53","modified_gmt":"2014-11-25T04:27:53","slug":"a-mudanca-para-os-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mfdutra.com\/blog\/2014\/08\/17\/a-mudanca-para-os-eua\/","title":{"rendered":"A Mudan\u00e7a para os EUA"},"content":{"rendered":"<p>Faz quase dois anos que n\u00e3o posto nada aqui, embora tenha prometido. Enfim, vou escrever um pouco sobre como foi nossa mudan\u00e7a e o in\u00edcio da vida por aqui.<\/p>\n<p>Mudan\u00e7a \u00e9 sempre um neg\u00f3cio complicado. Quando a gente se muda que a gente percebe quanta tralha a gente junta na vida. Uma mudan\u00e7a \u00e9 sempre uma boa oportunidade pra se livrar de muita coisa. Por\u00e9m, quando estamos mudando pra muito longe, normalmente \u00e9 mais neg\u00f3cio se livrar de tudo, o que \u00e9 assustador. Quando eu fui contratado, a empresa me ofereceu um determinado or\u00e7amento para custear a nossa mudan\u00e7a. N\u00f3s t\u00ednhamos certa liberdade para decidir como o or\u00e7amento seria usado. A prioridade m\u00e1xima nesse or\u00e7amento foram as passagens a\u00e9reas. O resto a gente podia usar para enviar carga, excesso de bagagem, at\u00e9 30 dias de hospedagem nos EUA, aluguel de carro e algumas outras despesas. Fizemos listas de coisas que ia gente ia dar, tentar vender e tentar levar. Uma empresa de transporte internacional nos visitou para or\u00e7ar o quer\u00edamos levar. O or\u00e7amento foi 3x mais caro que o valor das coisas, ent\u00e3o decidimos n\u00e3o levar quase nada.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Criamos um site para vender todas as coisas da casa, condicionando os compradores a buscar apenas depois de termos viajado. Funcionou bastante bem. Acabamos vendendo quase tudo, inclusive os m\u00f3veis. O que n\u00e3o foi vendido acabou sendo distribu\u00eddo para a fam\u00edlia e amigos.<\/p>\n<p>Como a nossa lista de coisas que a gente realmente queria levar ainda era maior que a nossa capacidade de carregar na viagem, mandamos uma caixa grande via FedEx para o hotel que nos hospedamos. N\u00e3o foi barato (mais de US$ 500, eu acho), mas chegou direitinho. O resto levamos com a gente em tr\u00eas malas grandes.<\/p>\n<p>Enfrentamos bastante burocracia e um certo stress para trazer os cachorros. Cada pa\u00eds tem suas pr\u00f3prias regras, assim como cada companhia a\u00e9rea. N\u00e3o existe nenhuma companhia a\u00e9rea que voe entre Porto Alegre e San Francisco, ent\u00e3o n\u00e3o escapamos de ter que passar pela burocracia de duas delas. As regras variam absurdamente. Algumas s\u00f3 carregam carga viva no por\u00e3o, outras s\u00f3 na cabine, outras t\u00eam restri\u00e7\u00f5es de temperatura em solo, h\u00e1 diferentes restri\u00e7\u00f5es para o tamanho das caixas, e assim vai. Depois de consultar v\u00e1rios sites e fazer v\u00e1rias longas liga\u00e7\u00f5es, decidimos por voar Tam e Lan, via S\u00e3o Paulo e Lima, no Peru. Compramos as passagens sem saber se os cachorros poderiam voar juntos, porque eles s\u00f3 queriam confirmar perto dos voos, o que foi um tremendo stress. Felizmente deu tudo certo, com um por\u00e9m. Na \u00e9poca, Tam e Lan n\u00e3o tinham acordo de transfer\u00eancia de carga viva entre seus voos, ent\u00e3o tivemos que retirar os cachorros em S\u00e3o Paulo e despachar eles de novo no check in da Lan. Isso foi chato, pois t\u00ednhamos algumas horas de conex\u00e3o e ficamos passeando com os cachorros pelo sagu\u00e3o do aeroporto de Guarulhos, mais o Daniel, que tinha s\u00f3 2 meses, e nossas bagagens de m\u00e3o. Enfim, pelo menos n\u00e3o precisamos nos preocupar com eles em Lima.<\/p>\n<p>Para levar animais de estima\u00e7\u00e3o a outro pa\u00eds, \u00e9 necess\u00e1rio um atestado validado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, que deve ser emitido poucos dias antes de viagem. A nossa veterin\u00e1ria avaliou os cachorros uns 5 dias antes dos voos e nos emitiu um atestado no formato exigido pelo governo. Fui no aeroporto e eles emitiram uma vers\u00e3o oficial disso. Durante os voos, foi tudo bem tranquilo e r\u00e1pido em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 burocracia. Na entrada nos Estados Unidos, eles estavam mais preocupados com a comida dos cachorros do que com eles mesmo. Comida n\u00e3o pode entrar. Como j\u00e1 sab\u00edamos disso, n\u00e3o levamos nada mesmo.<\/p>\n<p>Est\u00e1vamos apreensivos com a viagem por causa do Daniel. Ele j\u00e1 tinha andado de avi\u00e3o antes e o pediatra j\u00e1 tinha nos falado que com essa idade, o ouvido deles n\u00e3o acumula press\u00e3o, ent\u00e3o eles n\u00e3o sofrem na descida. A experi\u00eancia dele at\u00e9 ent\u00e3o era em voos curtos, quando ele foi pro Rio de Janeiro com a gente pra emitir os vistos. Quando fizemos o check in na Lan, em S\u00e3o Paulo, demos sorte que os voos n\u00e3o estavam cheios. A configura\u00e7\u00e3o dos 767 da Lan \u00e9 2-3-2. Nos deram tr\u00eas assentos do meio nos dois voos, o que foi perfeito. Com dois meses, ele era pequeno o suficiente para caber deitado no assento. No trecho Porto Alegre &#8211; S\u00e3o Paulo ele foi no colo, mas foi s\u00f3 1h30min. Os outros voos foram 5h e 9h. Correu tudo bem tranquilo.<\/p>\n<p>O \u00fanico susto foi na decolagem em Porto Alegre. Deixamos o port\u00e3o no hor\u00e1rio, mas na corrida pra decolagem, a tripula\u00e7\u00e3o abortou devido a p\u00e1ssaros na pista. Como os pilotos n\u00e3o tinham certeza que os motores n\u00e3o tinham ingerido nada, voltamos pra rampa. A manuten\u00e7\u00e3o abriu os dois motores e de fato estavam intactos. Decolamos de novo com 45 minutos de atraso. Embora inconveniente, decis\u00e3o super certa dos pilotos. O pior momento pra perder um motor \u00e9 quando voc\u00ea mais precisa deles. Eu tinha reservado os voos com mais 5 horas de conex\u00e3o em S\u00e3o Paulo de prop\u00f3sito, por causa dos cachorros, ent\u00e3o o impacto foi praticamente nulo.<\/p>\n<p>Pousamos em San Francisco de manh\u00e3 antes das 9h. Viajar com beb\u00ea \u00e9 legal porque n\u00e3o existe fila. Isso fez uma diferen\u00e7a imensa na imigra\u00e7\u00e3o. Passamos r\u00e1pido, sem muitas perguntas e fomos bem-vindos ao pa\u00eds pelo simp\u00e1tico oficial que nos atendeu, o que \u00e9 raro, pois normalmente s\u00e3o bem grossos. Fomos pra esteira retirar as bagagens e j\u00e1 escutamos os cachorros latindo num outro canto. Um funcion\u00e1rio do aeroporto nos entregou eles e tudo estava tranquilo. As caixas limp\u00edssimas, o que nos surpreendeu. Forramos tudo com jornal em Porto Alegre e estava tudo bem seco.<\/p>\n<p>No meio da confus\u00e3o de pegar as bagagens, colocar num carrinho, cuidar do Daniel e dos cachorros, algo muito inesperado aconteceu. Nossos passaportes sumiram. Sim, dentro da \u00e1rea de seguran\u00e7a do aeroporto, antes de passar na alf\u00e2ndega. Procuramos por tudo e rapidamente chamamos um funcion\u00e1rio, que chamou a seguran\u00e7a do aeroporto. Est\u00e1vamos presos no aeroporto, pois n\u00e3o poder\u00edamos passar na alf\u00e2ndega sem documentos. Depois de muita correria entre os seguran\u00e7as e v\u00e1rias liga\u00e7\u00f5es do oficial que nos atendia, outro oficial veio com os passaportes e os cart\u00f5es de imigra\u00e7\u00e3o, tudo intacto. Perguntamos o que aconteceu e n\u00f3s disseram que algu\u00e9m tinha roubado e pegaram pelas c\u00e2meras. N\u00e3o quiseram dar detalhes. Roubar passaporte \u00e9 um crime ser\u00edssimo. Espero que quem tenha feito isso tenha se incomodado \u00e0 altura com a lei. Demos bastante sorte de a pessoa ainda n\u00e3o ter sa\u00eddo do aeroporto.<\/p>\n<p>Alugamos uma mini-van e uma cadeirinha de beb\u00ea. Com os bancos baixados, acomodou at\u00e9 que bem toda nossa bagagem. Nos hospedamos num hotel em Newark, mais ou menos perto de onde ir\u00edamos procurar moradia definitiva. N\u00e3o t\u00ednhamos ideia de quanto tempo ficar\u00edamos no hotel, ent\u00e3o reservamos por 30 dias com a op\u00e7\u00e3o de sairmos antes. Acabamos ficando menos de duas semanas.<\/p>\n<p>Quando chegamos no hotel que caiu a ficha que n\u00e3o t\u00ednhamos NADA, al\u00e9m do que estava nas malas. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o muito estranha voc\u00ea n\u00e3o ter nada, nem o que comer. A primeira coisa que decidimos comprar foi um carrinho de beb\u00ea. Fomos num shopping center perto do hotel e compramos um desses carrinhos que vem com beb\u00ea conforto junto, que \u00e9 muito pr\u00e1tico. Com o Daniel bem acomodado, tivemos tranquilidade para fazer outras coisas, como ir no supermercado. \u00c9 estranho voc\u00ea chegar num mercado e tudo \u00e9 diferente. As marcas que voc\u00ea mais gosta n\u00e3o existem mais.<\/p>\n<p>Eu acertei com a empresa de come\u00e7ar a trabalhar apenas dia 22 de outubro. N\u00f3s chegamos dia 11, ent\u00e3o tivemos bastante tempo para comprar o que precis\u00e1vamos e procurar moradia com mais calma.<\/p>\n<p>Bem antes da mudan\u00e7a, eu j\u00e1 vinha pesquisando muito sobre a regi\u00e3o e onde seria bacana a gente morar. A Bay Area tem quase 8 milh\u00f5es de habitantes, \u00e9 bastante densa em alguns pontos e tem um dos maiores custos de vida do mundo. \u00c9 bem dif\u00edcil escolher o lugar certo. Naturalmente, os melhores lugares s\u00e3o os mais caros, muitos at\u00e9 bem fora do nosso or\u00e7amento. Os mais baratos s\u00e3o at\u00e9 perigosos, com bastante problema de viol\u00eancia urbana. Enfim, depois de muita pesquisa decidimos por morar em Fremont, que \u00e9 uma cidade bem bacana no lado leste da ba\u00eda. Decidimos tamb\u00e9m inicialmente morar em apartamento at\u00e9 pegarmos alguma experi\u00eancia de ter vivido na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos primeiros dias, come\u00e7amos a visitar alguns complexos de apartamentos. Apartamento nos EUA \u00e9 algo bem diferente do Brasil. Normalmente, o complexo inteiro \u00e9 de propriedade de uma grande empresa, que s\u00f3 os aluga. Esse \u00e9 o neg\u00f3cio deles, construir uma propriedade grande e alugar. Isso torna as coisas muito mais simples. N\u00e3o existe imobili\u00e1ria no meio do caminho. Todos os complexos t\u00eam um escrit\u00f3rio no pr\u00f3prio local. Visitamos alguns, mas poucos tinham apartamentos de 3 quartos dispon\u00edveis. Acabamos decidindo por um complexo que fica a meia quadra do Fremont Central Park, que \u00e9 um parque super bacana, no centro da cidade. Vivemos a\u00ed at\u00e9 o in\u00edcio de 2014, quando nos mudamos pra uma casa na cidade vizinha de Union City.<\/p>\n<p>Poucas coisas s\u00e3o mais estressantes do que alugar moradia no Brasil. A burocracia \u00e9 algo revoltante. Aqui \u00e9 o extremo posto. A simplicidade foi que nos assustou. Quando decidimos por alugar, preenchemos um formul\u00e1rio e nos passaram todas as condi\u00e7\u00f5es. Como eu estava rec\u00e9m chegando no pa\u00eds, eu n\u00e3o tinha hist\u00f3rico de cr\u00e9dito algum, ent\u00e3o a empresa n\u00e3o tinha como saber se eu era ou n\u00e3o um bom pagador no pa\u00eds. Em fun\u00e7\u00e3o disso, me pediram um m\u00eas a mais de aluguel adiantado como dep\u00f3sito cau\u00e7\u00e3o. O valor seria retornado no final do contrato. Justo. S\u00f3 nos disseram que teria um problema, o que nos entristeceu, pois tudo estava muito f\u00e1cil at\u00e9 ent\u00e3o. Eles n\u00e3o poderiam nos entregar as chaves no mesmo dia, s\u00f3 no dia seguinte. \ud83d\ude42 Enfim, dia 16, no meu anivers\u00e1rio, pegamos as chaves. Nos perguntaram quando vinha a mudan\u00e7a. Que mudan\u00e7a? \ud83d\ude42<\/p>\n<p>T\u00ednhamos um apartamento, por\u00e9m com nada dentro. Nada n\u00e3o, tinha cozinha completa pelo menos. E s\u00f3. Fizemos uma lista de coisas essenciais para podermos mudar pra l\u00e1. A lista tinha que ser bem curta, pois eu tinha pouco dinheiro e nem tinha come\u00e7ado a trabalhar. Compramos uma cama, uma mesa pequena com 4 cadeiras e coisas pra cozinha, como lou\u00e7as, talheres, etc. Como o Daniel era bem pequeno ainda, decidimos por deixar o ber\u00e7o pra mais tarde. Ele dormiu no carrinho por um tempo. Pouco a pouco fomos comprando mais coisas, como o ber\u00e7o, sof\u00e1 pra sala, um sof\u00e1-cama pra visitas, etc. Dia 19 a cama chegou e j\u00e1 dormimos no apartamento. Comecei a trabalhar dia 22 com um grande problema a menos.<\/p>\n<p>N\u00e3o vou falar sobre o trabalho agora, pois isso merece um post a parte.<\/p>\n<p>T\u00ednhamos carro alugado por 2 semanas apenas, ent\u00e3o esse era o pr\u00f3ximo problema a resolver. Alugar carro \u00e9 caro e a empresa n\u00e3o iria cobrir al\u00e9m de 2 semanas. Nesse terreno existem v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es, como um carro usado barato ou mais caro, carro novo, comprando ou leasing (arrendamento), etc. Eu j\u00e1 tive minha dose de stress com carro usado, ent\u00e3o fui atr\u00e1s de carro novo. Se n\u00e3o desse para comprar, tudo bem. O plano B era algo usado com poucos anos de uso. De novo, o problema da falta de hist\u00f3rico de cr\u00e9dito pegou. Os bancos aceitam financiar ou fazer leasing de carro pra voc\u00ea, por\u00e9m com taxas mais altas pra compensar o risco maior. Acabei fazendo um leasing de um Ford Escape 2013 nova. Esse carro n\u00e3o existe no Brasil ainda. \u00c9 um SUV pequeno feito sobre a mesma plataforma do Focus. O mais similar no Brasil seria a Honda CR-V ou Hyundai IX-35. Gostamos bastante do carro e mais tarde acabei exercendo a op\u00e7\u00e3o de compra do leasing, pra n\u00e3o precisar devolver.<\/p>\n<p>Eu usava o carro pra ir pro trabalho todos os dias, pois n\u00e3o tinha outra op\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel na \u00e9poca em Fremont (hoje a empresa oferece \u00f4nibus privado). Logo em seguida percebemos que n\u00e3o daria para ter um carro apenas. Com exce\u00e7\u00e3o de poucas cidades grandes, tudo \u00e9 muito espalhado nos EUA, o que por um lado \u00e9 muito bom, mas torna voc\u00ea ref\u00e9m dos autom\u00f3veis. Um m\u00eas depois de pegar a Escape, fizemos outro leasing pra pegar um Ford Fiesta, tamb\u00e9m novo. Carrinho bacana, mas super pequeno. Acabamos devolvendo ele menos de 2 anos depois pra pegar outra SUV. Com o Daniel crescendo e outro beb\u00ea a caminho, n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es manter um carro min\u00fasculo.<\/p>\n<p>Comprar carro nos EUA \u00e9 uma experi\u00eancia bem diferente do Brasil tamb\u00e9m. Aqui voc\u00ea pode comprar um carro e levar no mesmo dia, com uma licen\u00e7a tempor\u00e1ria. As placas chegam pelo correio. Sendo assim, as concession\u00e1rias fazem o imposs\u00edvel para voc\u00ea decidir na hora e j\u00e1 sair com o carro. Uma maneira de evitar isso \u00e9 fazer uma boa pesquisa antes e j\u00e1 ir meio que com a opini\u00e3o formada. Normalmente as concession\u00e1rias t\u00eam um invent\u00e1rio bem grande a pronta entrega. A menos que voc\u00ea queira algo muito espec\u00edfico, n\u00e3o h\u00e1 a necessidade de encomendar pra f\u00e1brica.<\/p>\n<p>Com o passar dos meses, fomos nos adaptando bem e fazendo alguns amigos na regi\u00e3o, a maioria brasileiros que moram por aqui. Em nenhum momento nos arrependemos de ter feito esta mudan\u00e7a. O stress inicial foi mais log\u00edstico mesmo, de n\u00e3o ter nada, ter que resolver v\u00e1rios problemas ao mesmo tempo, coisa que normalmente voc\u00ea resolveria ao longo de um bom tempo.<\/p>\n<p>Em outro um post mais adiante, vou falar um pouco sobre a vida nos EUA e tamb\u00e9m sobre o trabalho no Facebook.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz quase dois anos que n\u00e3o posto nada aqui, embora tenha prometido. Enfim, vou escrever um pouco sobre como foi nossa mudan\u00e7a e o in\u00edcio da vida por aqui. Mudan\u00e7a \u00e9 sempre um neg\u00f3cio complicado. 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